On meurt triste.
La folie
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Algo me atormenta. Não é de hoje, não é de ontem, não vem de lugar nenhum... as vezes me dispeço dele, mas o retorno é irremediável.
Chega sem avisar, sem hora, sem pressa, sem remorço. Chega, se apodera, incomoda, faz sofrer.
Faz encher os olhos de lágrimas, deixa a boca seca, a mente aflita, o coração disparando.
Traz lembranças nos ombros. Ombros pesados de saudades, de arrependimentos, de tristeza.
Os segundos passam, as sensações ficam, se multiplicam, se fundem ...
Sinto-me um esboço. Algo que começou e nunca foi terminado. Uma vida pela metade, sem todas as formas definidas, sem cores, sem perspectivas.
Mundo, vasto mundo imundo! Vida, vasta vida sem vida!
Chega sem avisar, sem hora, sem pressa, sem remorço. Chega, se apodera, incomoda, faz sofrer.
Faz encher os olhos de lágrimas, deixa a boca seca, a mente aflita, o coração disparando.
Traz lembranças nos ombros. Ombros pesados de saudades, de arrependimentos, de tristeza.
Os segundos passam, as sensações ficam, se multiplicam, se fundem ...
Sinto-me um esboço. Algo que começou e nunca foi terminado. Uma vida pela metade, sem todas as formas definidas, sem cores, sem perspectivas.
Mundo, vasto mundo imundo! Vida, vasta vida sem vida!
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)